Como não podia deixar de ser, depois das boas vindas, meu post vai para Julia Chaplin: a cunhadora do termo Gypset, contração de gypsy (cigano, em inglês) e jet set.
Filha de escritor, na infância Julia passou temporadas inteiras viajando de carro com os pais e veraneava em comunidades de artistas. Em Todos Santos, no México, conheceu os primeiros gypsets da sua vida, ainda na infância: um escritor e surfista casado com uma estilista e atriz, que viviam na praia entretendo com jantares exóticos um mix animado de locais e gringos. “Eles pareciam ter dominado a arte da vida perfeita, com trabalho, viagem, criatividade, sofisticação e prazer”, diz Julia.
No livro Gypset Style (ainda sem tradução no Brasil), a jornalista americana descreve esses “novos nômades” como um grupo sofisticado e desprendido, que acredita mais em casar lazer e criatividade na rotina do que aproveitar folgas em resorts cinco estrelas. “Os gypsetters propõem uma solução alternativa para a vida. O estilo não está centrado no dinheiro, mas no gosto adquirido por quem conhece tanto os prazeres da alta cultura quanto os mais simples.”
O livro está à venda na Amazon por $29,70.





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